Ponderei
bastante qual seria o meu projeto para o ano de 2014. Depois de muito avaliar e também de perguntar
a Deus o que deveria ser feito, acho que encontrei a minha filosofia para o ano:
alcançar meus objetivos através dos meus hábitos. E a pergunta a se repetir é: esse hábito me
leva onde eu quero chegar?
Essa história
de hábito veio com a chegada da Marina. Porque a vida de criança é uma vida cheia de
pequenos rituais... É o da comida, da hora do sono, da brincadeira. A criança que tem hora e lugar para fazer as
coisas é muito mais tranquila e segura. Vejo isso na prática com a minha filha e
aprendi bastante sobre o assunto em um curso para pais maravilhoso, chamado “Primeiros
Passos”, que eu recomendo fortemente para mamães e papais interessados. Quem quiser saber mais, pode procurar no site
do IBF, Instituto Brasileiro da família. Eis o link: http://www.portalibf.org.br/index.php/sobre
Só que hábitos
não são só coisas que a gente faz. Hábitos
são também padrões de pensamento que podem nos libertar ou aprisionar. A ideia de viver a maternidade sem culpa, por
exemplo, é uma filosofia libertadora, não um convite para se evitar as
responsabilidades da vida de mãe. É
abrir mão de idealizar as coisas e buscar fazer o melhor com a realidade que se
apresenta diante da gente. Eu já fui
muito perfeccionista e essa busca pelo melhor muitas vezes me paralisava,
especialmente naqueles momentos em que tudo parece tão distante do ideal. Ainda
existem muitas outras atitudes minhas que podem melhorar e são essas coisas com
as quais estou mais preocupada.
Essas pequenas
melhorias em nossas atitudes são possíveis e fazem a diferença na família. Vou lhes contar uma experiência recente: na
minha mudança tem dado muita coisa errada.
Um dia desses, meu marido foi furar a parede do banheiro e atingiu um
cano. Foi água para tudo quanto é lado... Ele ficou desesperado (e eu também). Segundo ele, eu deveria tê-lo chamado de
imbecil. Mas eu tenho buscado ser uma
pessoa otimista e na hora, só procurei ajudá-lo e disse que tudo bem, que nós
iríamos resolver. Eu não tinha noção de
como isso faria bem ao meu marido. Depois,
ele veio me dizer o quanto se sentiu amado naquele momento.
Acredito no
poder que uma mãe tem sobre sua família. Vejo isso na minha sempre: quanto mais me
esforço para ser uma mãe e esposa melhor, mais percebo benefícios na vida da
minha família. E sempre que procuro ser
melhor é por lembrar dos conselhos e exemplos da minha própria mãe e vó. Mesmo quando elas não estão comigo, a influência
do que elas me mostraram me ensinam que vale a pena ser o melhor que a gente
sabe ser.
Marina, eu nunca fiz resolucao de ano novo - acho que porque acho estranho associar mudancas de vida a uma mera mudanca de "numero" do ano - mas acho que eu estou precisando de alguma coisa assim, simples e permanente, nao pra 2014, mas pros anos vindouros. enfim, vou fazer uma lista pequena, hehe!
ResponderExcluirOi! Como eu sou da área financeira, fechamento de ano e metas para o próximo sempre fizeram parte da vida profissional (até eu entrar no serviço público hehehe). Desde que me tornei mãe passei a escolher um tema para o ano para que até o final dele aquilo fizesse parte do meu caráter. Tem dado certo e eu resolvi adotar pra sempre essa prática.
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