quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Começando 2014 com um propósito.

Ponderei bastante qual seria o meu projeto para o ano de 2014.  Depois de muito avaliar e também de perguntar a Deus o que deveria ser feito, acho que encontrei a minha filosofia para o ano: alcançar meus objetivos através dos meus hábitos.  E a pergunta a se repetir é: esse hábito me leva onde eu quero chegar?

Essa história de hábito veio com a chegada da Marina.  Porque a vida de criança é uma vida cheia de pequenos rituais... É o da comida, da hora do sono, da brincadeira.  A criança que tem hora e lugar para fazer as coisas é muito mais tranquila e segura.  Vejo isso na prática com a minha filha e aprendi bastante sobre o assunto em um curso para pais maravilhoso, chamado “Primeiros Passos”, que eu recomendo fortemente para mamães e papais interessados.  Quem quiser saber mais, pode procurar no site do IBF, Instituto Brasileiro da família. Eis o link: http://www.portalibf.org.br/index.php/sobre

Só que hábitos não são só coisas que a gente faz.  Hábitos são também padrões de pensamento que podem nos libertar ou aprisionar.  A ideia de viver a maternidade sem culpa, por exemplo, é uma filosofia libertadora, não um convite para se evitar as responsabilidades da vida de mãe.  É abrir mão de idealizar as coisas e buscar fazer o melhor com a realidade que se apresenta diante da gente.  Eu já fui muito perfeccionista e essa busca pelo melhor muitas vezes me paralisava, especialmente naqueles momentos em que tudo parece tão distante do ideal.   Ainda existem muitas outras atitudes minhas que podem melhorar e são essas coisas com as quais estou mais preocupada.

Essas pequenas melhorias em nossas atitudes são possíveis e fazem a diferença na família.  Vou lhes contar uma experiência recente: na minha mudança tem dado muita coisa errada.  Um dia desses, meu marido foi furar a parede do banheiro e atingiu um cano.  Foi água para tudo quanto é lado...  Ele ficou desesperado (e eu também).  Segundo ele, eu deveria tê-lo chamado de imbecil.  Mas eu tenho buscado ser uma pessoa otimista e na hora, só procurei ajudá-lo e disse que tudo bem, que nós iríamos resolver.  Eu não tinha noção de como isso faria bem ao meu marido.  Depois, ele veio me dizer o quanto se sentiu amado naquele momento.


Acredito no poder que uma mãe tem sobre sua família.  Vejo isso na minha sempre: quanto mais me esforço para ser uma mãe e esposa melhor, mais percebo benefícios na vida da minha família.  E sempre que procuro ser melhor é por lembrar dos conselhos e exemplos da minha própria mãe e vó.  Mesmo quando elas não estão comigo, a influência do que elas me mostraram me ensinam que vale a pena ser o melhor que a gente sabe ser.

2 comentários:

  1. Marina, eu nunca fiz resolucao de ano novo - acho que porque acho estranho associar mudancas de vida a uma mera mudanca de "numero" do ano - mas acho que eu estou precisando de alguma coisa assim, simples e permanente, nao pra 2014, mas pros anos vindouros. enfim, vou fazer uma lista pequena, hehe!

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    1. Oi! Como eu sou da área financeira, fechamento de ano e metas para o próximo sempre fizeram parte da vida profissional (até eu entrar no serviço público hehehe). Desde que me tornei mãe passei a escolher um tema para o ano para que até o final dele aquilo fizesse parte do meu caráter. Tem dado certo e eu resolvi adotar pra sempre essa prática.

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